O meu livro de conforto é Drácula , de Bram Stoker. Pela foto acima dá pra ver quantas edições eu tenho, e parte da minha coleção de “bagulhos de Drácula”, como diz a minha filha. Vampiros são um dos temas mais abordados em livros — do vilão ao símbolo sexual, passamos pelo antiherói melancólico e amargurado (muitas vezes brilhante, para desespero de Bram) até um vingador cheio de testosterona. Recentemente, vi pela enésima vez Drácula Untold , o filme com o lindíssimo Luke Evans no protagonismo — um Vlad apaixonado pela esposa e pelo filho. No final, o poema de Jalaluddin Rumi, Look at Love , fecha maravilhosamente bem: Why think separately of this life ant the next, when one is born from the last? Coloquei a íntegra no final desse post para quem quiser ler (e, confesso, comprei um livro de poesias de Rumi depois que vi o filme pela primeira vez, há alguns anos). Mas vamos voltar ao vampiro mais famoso da história: Drácula. Antes de Bram, John Polidori criou lorde Ruthven (O Vam...